O que você faria se descobrisse que não estamos sozinhos no universo? Se alguém trouxesse fatos concretos e abrisse seus olhos, trazendo luz a uma verdade por anos escondida? O que você sentiria? Medo?
Meus queridos, hoje saí da cabine de imprensa perplexo. A direção de Steven Spielberg, um elenco renomado, mais a trilha de John Williams resultou em uma experiência cinematográfica única! Sem mais delongas, pegue sua bebida favorita e vamos falar de “Dia D” (Universal Pictures, 2026).
Esse novo lançamento de Spielberg vai questionar a existência de seres extraterrestres. Não só isso, mas como essa possível descoberta afetaria a sociedade ao redor do mundo. Uma temática que, no decorrer do tempo, é muito questionada, como também objeto de estudo na área da ufologia.
Recentemente, assisti “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (Columbia Pictures, 1977), outro filme excelente, onde o diferencial, na minha perspectiva, foi ver alienígenas de uma forma amigável. Como as pessoas têm curiosidade e interesse sobre essas criaturas. Em “Contatos”, as pessoas que veem esses seres ficam fascinadas pelo que vivenciaram. Em contrapartida quem não teve a experiência acha que tudo não passa de uma loucura sem sentido. Um longa onde os extraterrestres são vistos com curiosidade e não com medo.

Obviamente não vou afirmar que “Dia D” é uma sequência. Mas é como se fossem familiares distantes. Até porque temos o mesmo diretor e compositor em ambos os filmes. Muito difícil não ver uma similaridade nas obras. Admito que até gostaria que tivesse algum easter egg mais direto do longa de 1977.
Assim como em “O Afinador”, por mais que já tenha muito material de divulgação, “Dia D” é um filme para você assistir sabendo o mínimo possível. Torna sua experiência de descoberta mais imersiva e, com isso, nos ligamos mais aos personagens. Por diversos momentos ficamos na expectativa, ou até mesmo na dúvida de quem é o vilão ou o mocinho. O espectadores se envolvem tanto que ficam se contorcendo na poltrona de ansiedade em como tudo vai se destrinchar. Certamente, vou querer assistir de novo porque fico com aquela sensação de que posso ter deixado algo passar sem querer.
É inegável que esse é um grande filme e, para isso, nada melhor que um excelente elenco. Emily Blunt é uma das minhas atrizes queridinhas de Hollywood. Fico admirado com a versatilidade que ela tem em interpretar diversos papéis. Seu olhar doce e ao mesmo tempo tem um pulso firme em “O Retorno de Mary Poppins”; a determinação que sua personagem possui em “O Diabo Veste Prada” para lidar com as mais variadas situações e se manter firme nos seus objetivos. E, aqui, em “Dia D” é como se fosse uma outra pessoa!
Assim com o Colman Domingo, que atuou em “Michael”. Nossa, eu sentia uma aversão pelo personagem dele. Era quase como um ser inumano, sem sentimentos. E agora, nesse filme, tem um contraste gritante entre um e outro. Acho isso incrível nos atores: quando conseguem se entregar tanto aos papéis que quase não os reconhecemos. Não necessariamente por conta de maquiagens ou figurinos que os deixam irreconhecíveis, mas pela “magia da atuação”.

A fotografia de “Dia D” é um espetáculo a parte. Em algum momento ou outro temos efeitos de computação gráfica. Mas nada que incomode ou nos cause estranhamento. Inclusive, a luz nesse longa é trabalhada de uma maneira que chamou atenção. Ela não serve apenas para iluminar o ambiente, mas também para trazer o tom do que está em cena.
Bom, vocês sabem que eu amo uma boa trilha sonora. E aqui já sei que vou incluir na minha biblioteca. O som nesse filme é um absurdo. Mas, né, estamos falando de John Williams. Um dos maiores compositores que temos, responsável por trilhas icônicas. Para ficar só na filmografia do Spielberg: Tubarão, Indiana Jones, Jurassic Park, E.T. e muitos outros. Ainda quero ter a experiência de escutar só a trilha do filme para ver se é tão envolvente quanto assistindo no cinema.
Bem, meus queridos, se você ama um bom filme de ficção científica, já garante teu ingresso para “Dia D”. Como de costume, quero saber sua opinião depois. Um forte abraço do Thi e até o nosso próximo encontro.
Nota: 




Sinopse: Dia D (originalmente Disclosure Day) é um épico de ficção científica dirigido por Steven Spielberg que aborda o colapso mundial após a descoberta definitiva de vida extraterrestre.
Dia D
Gênero: Ficção científica
Duração:‧ 2h 25m
Data de lançamento: 11 de junho de 2026 (Brasil)
Diretor: Steven Spielberg
Autor: Steven Spielberg
Roteiro: David Koepp



